quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Secretaria pede que escolas do DF suspendam atividade física sob o sol


Secretaria pede que escolas do DF suspendam atividade física sob o sol

Recomendação foi feita a todas as unidades da rede pública de ensino.

Defesa Civil decretou na terça (4) estado de alerta por baixa umidade do ar.

Lucas NaniniDo G1 DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal enviou um comunicado a todas as unidades de ensino da rede pública pedindo a suspensão das atividades físicas ao ar livre entre 10h e 17h. A orientação segue a recomendação da Defesa Civil, que pôs Brasília em estado de alerta devido à baixa umidade (veja vídeo).
De acordo com a Defesa Civil, a decisão aconteceu após a umidade relativa do ar ficar abaixo dos 20% nos últimos três dias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera ideal a umidade acima de 60%. Entre 30% e 20% é considerado estado de atenção. Abaixo de 20% até 12% é decretado o estado de alerta.
De acordo com o coordenador de educação física e desporto escolar da Secretaria da Educação do Distrito Federal, Geraldo Pereira, todos os diretores de escola receberam o documento. A orientação é para que as aulas só aconteçam em áreas cobertas ou sejam substituídas por atividades como jogos de tabuleiro (dama, xadrez e dominó) e exibição de vídeos.
“Todos os anos passamos por este problema. Por isso os professores já se preparam para enfrentar os períodos de seca e calor”, afirma Pereira. O DF tem 653 escolas públicas e 488 mil alunos, segundo a Secretaria de Educação.
tempo seco df (Foto: Foto: Arte/G1)
Os órgãos públicos também devem adotar medidas para minimizar os efeitos da baixa umidade, de acordo com a orientação da Defesa Civil. As atividades devem ser suspensas para os funcionários que apresentarem sintomas como tosse, falta de ar e mal-estar.
O Distrito Federal está há 80 dias sem chuva e a umidade do ar atingiu no último domingo 16%. Este ano, a Defesa Civil decretou duas vezes estado de atenção por causa da seca. Em 2011, quando a umidade atingiu o índice de 10%, foi decretado estado de emergência.
Incêndios florestais
Dados do Corpo de Bombeiros Militar indicam que o número de focos de incêndio florestal no Distrito Federal aumentou 54,6% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês de 2011. Apesar disso, a área queimada no período teve queda de 58,3%.

Os bombeiros atenderam, em agosto deste ano, 1.559 ocorrências, que resultaram em uma área queimada de 2.215,71 hectares. Em 2011 foram 1.008 focos e 5.314,72 hectares destruídos pelas chamas.
De abril a agosto deste ano, houve 2.934 focos de incêndio, o que representa acréscimo de 33% em relação aos mesmos meses de 2011. A área queimada nos cinco meses registrou queda de 54,8%.


Para ler mais notícias do Distrito Federal, clique em g1.globo.com/df.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Legado Olímpico?

Incrível! Depois dos jogos olímpicos de 2004, estádios e arenas de Atenas estão abandonados

Quem vê a organização e os investimentos feitos para tornar possível a realização de uma Olimpíada, dificilmente se pergunta o que será feito com toda aquela área destinada ao maior evento esportivo do planeta.
Infelizmente, nem todos os países possuem políticas destinadas à reutilização das áreas após os jogos. Daí, o que vemos são locais abandonados, como os que abrigaram os jogos olímpicos de Atenas, em 2004, por exemplo. Ao todo, foram gastos cerca de US$ 11 bilhões.
Confira algumas fotos que mostram estádios abandonados em Atenas.
Dica: Tiago Onofre

terça-feira, 4 de setembro de 2012

ESPAÇO VIVO: Visão de jogo


Visão de jogo 

Por Luiz Guilherme Piva*
1.
É um problema. Futebol nasce sendo jogado sem plateia. Sozinho, em qualquer lugar. Com mais dois ou três, no quintal. Alguns mais, na escola ou na rua. Nas peneiras. Nos treinos.
Todos os movimentos são para o próprio executor, seja o ridículo ou o espetacular. Para o silêncio. Para ninguém. Para a memória.
Mas o jogo, o esporte, é praticado com torcida, por menor que seja. É gente olhando, observando, intimidando ou dando corda. Se a carreira dá certo, então, é com casa cheia, fotógrafos, televisão, comentaristas.
Nada mais é natural, ousado, destemido, silencioso, introverso, imperceptível. É como andar – quando um diretor de cena, num ensaio, manda alguém andar naturalmente, como na vida real, ninguém consegue.
Assim, o futebol como o vemos não é o mesmo que aquele praticado sem testemunhas, sem observadores, sem os olhos públicos do grande julgador, sem a onisciência da posteridade.
Componentes novos o transformam.
O medo é um. O constrangimento é outro.
Mas o pior talvez seja a vaidade.
Que agora foi levada ao extremo com o telão nos estádios.
2.
O fotógrafo de futebol é o ilusionista.
Você pode ver o jogo ao vivo e não lembrar direito ou deturpar ou misturar ou retê-lo com perfeição. Mas não é um truque. É um engano, um consolo.
Pode ouvi-lo pelo rádio e, sendo ou não influenciado pelo narrador, também criar imagens e fatos que podem ou não ser verdadeiros. Mas isso é como ler um livro, ouvir uma piada, uma história, um depoimento. Não é truque.
Menos ainda o jogo na TV. Suas imagens, ao contrário, surgiram, e são cada vez mais precisas nisso, para acabar com os enganos, as dúvidas, as deturpações de memória e opinião. Preto e colorido no branco.
A foto, não. Ela é prestidigitação pura: faz surgirem objetos, planos, expressões, entrelaçamentos, lances; faz sumirem jogadores, campos, bolas – como o mágico à sua frente, usando somente a realidade, faz surgirem cartolas de dentro de coelhos, narizes de dentro de moedas, cabeças fora dos corpos.
Ali, bem na sua cara.
Você sabe que é truque.
Mas fica pensando se não é mágica mesmo.
Se o que o fotógrafo faz não é só fingir que é um truque.
Para que finjamos não acreditar nele.
*Luiz Guilherme Piva não crê nos próprios olhos.
Fonte: Juca Kfouri

Ipea avalia gastos sociais federais entre 1995 a 2010




A Nota Técnica foi lançada nesta terça-feira, na sede do Instituto, em Brasília
 O Ipea divulgou nesta terça-feira, dia 04, os resultados da Nota Técnica Gasto Social Federal: uma análise da prioridade macroeconômica no período 1995-2010. O estudo mensura o volume de recursos aplicado pelo governo federal nas políticas sociais e compara o montante efetivamente gasto nessa área diante do total de recursos mobilizado pelo governo. O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão, apresentou a pesquisa às 10h, na sede do Instituto, em Brasília (SBS, Quadra 1, Bloco J, Ed. BNDES, auditório do subsolo).
Nota Técnica analisa também a trajetória do Gasto Social Federal (GSF) desagregada área a área (previdência social, benefícios a servidores, saúde, assistência social, educação, e emprego e defesa do trabalhador). Percebe-se que a dinâmica das diversas políticas que integram o GSF não é homogênea: cada área de atuação tem um ritmo de crescimento distinto, que responde a questões intrínsecas a elas. Como resultado desse movimento, a composição do GSF muda ao longo do período.
Leia a íntegra da Nota Técnica sobre Gasto Social Federal: prioridade macroeconômica no período 1995-2010

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Boletim (In)Formativo: IMPORTANTE

A Secretaria de Imprensa do SINPRO-DF informa notícias veiculadas na mídia dias 1, 2 e 3 que possam ser de interesse da Categoria.


AMPLIAÇÃO DA CARGA HORÁRIA
O Conselho de Política de Recursos Humanos do GDF autorizou a ampliação da carga horária de trabalho para 40 horas semanais aos servidores das carreiras magistério público e assistência à educação. É mais uma das reivindicações dos professores e técnicos em gestão educacional que é atendida pelo GDF. Esta ampliação visa reduzir o quantitativo de contratos temporários na rede pública de ensino e suprir carências de servidores nas escolas e na parte administrativa da SEDF.< br /> (Caso queira ler a nota completa acesse: http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120903-jornal/pdf/22.pdf)

DESCONTO
A Secretaria de Administração Pública informa aos servidores do GDF que, atendendo a decisão judicial, haverá desconto de 5% da contribuição sindical. Dessa vez, o débito será realizado na folha de pagamento dos aposentados e inativos já na folha do mês de agosto. Para mais esclarecimentos basta consultar o setorial de gestão de pessoas da sua unidade.
(Caso queira ler a nota completa acesse: http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120903-jornal/pdf/22.pdf)

SÓ 17% TERMIN AM O FUNDAMENTAL COM DOMÍNIO DA MATEMÁTICA
Apesar dos avanços em português e no ciclo inicial, alunos formam quadro preocupante
Divulgados há três semanas, os resultados do Ideb, principal indicador da qualidade da educação no Brasil, preocuparam o MEC principalmente pela estagnação do ensino médio de 2009 para 2011. Dados obtidos pelo GLOBO junto ao Inep, autarquia do MEC responsável pelas avaliações, revelam, no entanto, que os problemas que resultam no quadro preocupante do antigo 2º Grau começam antes, já ao final do ensino fundamental, onde o percentual de alunos com conhecimento considerado adequado é de apenas 17% no caso de matemática e de 27% em língua portuguesa. 
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://oglobo.globo.com/educacao/so-17-terminam-fundamental-com-dominio-da-matematica-5981091)

MUDANÇA CURRICULAR NO ENSINO MÉDIO DIVIDE EDUCADORES NO BRASIL
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta semana que, em outubro, a pasta fará uma reunião para definir mudanças e incentivos para o ensino médio. A reunião tratará da reformulação curricular, proposta pelo MEC na segunda quinzena de agosto. A ideia é que o currículo seja organizado nas quatro áreas do conhecimento exigidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. Atualmente, o ensino médio da rede pública tem 13 disciplinas obrigatórias, mas pode chegar a 19 com as opcionais.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI6117745-EI8266,00-Mudanca+curricular+no+ensino+medio+divide+educadores+no+Brasil.html)

BRASIL TEM 3,7 MILHÕES DE CRIANÇAS E JOVENS FORA DA ESCOLA, APONTA UNICEF
Pobreza, trabalho infantil e fracasso escolar explicam a evasão, diz estudo. Índices são maiores entre crianças pequenas e jovens de 15 a 17 anos. 
Um estudo feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostra que o trabalho infantil, o fracasso escolar, as desigualdades sociais e a baixa renda familiar são os principais fatores de risco para criança e jovens abandonarem a escola. Tendo como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009, que mostrou que quase de 3,7 milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos de idade estão fora da escola no Brasil.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/08/brasil-tem-37-milhoes-de-criancas-e-jovens-fora-da-escola-aponta-unicef.html ou http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2012/09/01/interna_brasil,320297/embora-matricula do-aluno-ainda-corre-o-risco-de-deixar-as-salas-de-aula.shtml)

Educação
CAMPANHA CONTRA O BULLYING
Os sons da viola clássica de Joice Rafaela Coutinho, de 16 anos, entre os 24 músicos da Orquestra Jovem V&M do Brasil, dão charme e delicadeza ao assunto: Bullying – escola, família e sociedade: responsabilidades e soluções. Nos dois últimos dias, educadores e especialistas se reuniram em Belo Horizonte para palestras e lançamento do Movimento Anti Bullying Brasil. “A família brasileira está muito mal informada. Se nós, diretores de escola, não estamos preparados, imagine a família? Daí, a importância do encontro”, diz Valdete Alves Vieira Nascimento, de 43 anos, da Escola Estadual Guadalajara, de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. (continua...)
(Ver matéria completa no Correio Braziliense do dia 2/Brasil/Pág. 13)

"É PRECISO ATRAIR AS MELHORES PESSOAS PARA O MAGISTÉRIO"
O diretor de Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher, atesta que o Brasil vem fazendo progressos na última década, mas em um nível ainda longe do ideal
No comando de um dos mais respeitados rankings educacionais do mundo, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o físico alemão Andreas Schleicher monitora de perto sistemas de Ensino de todo o planeta.A cada três anos, o exame compara o nível de conhecimento de estudantes de mais de seis dezenas de países em matemática, ciências e leitura.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/23939/e-preciso-atrair-as-melhores-pessoas-para-o-magisterio/)

Artigo
PROVA BRASIL - NOVOS RESULTADOS, VELHAS MAZELAS
Saíram no mês passado os novos resultados da Prova Brasil. E não há como não comentá-los, identificando os problemas e contradições visíveis. Não por acaso, o Ministério da Educação pôs em relevo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), no qual pôde destacar alguns avanços, e não a Prova Brasil. É aí que mora o perigo. Causa, assim, estranheza o barulho feito.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,prova-brasil--novos--resultados-velhas-mazelas-,925108,0.htm)

Visão do Correio
UMA GERAÇÃO DE CRIANÇAS SEM ESCOLA
(...) Entre eles, a necessidade de criança trabalhar para ajudar a família, o despreparo do professor, a má qualidade do material didático, a inadequação dos currículos, a falta de atração da escola. Impõe-se, para superá-los, esforço conjunto de sociedade e governo nos três níveis de poder. Municípios, estados e União precisam se alia – independentemente de partido ou coloração política- para pôr fim à vergonha que afasta o país do sonho sempre adiado de apagar o analfabetismo (total e funcional) do território nacional. (Continua...)
(Ver artigo co mpleto no Correio Braziliense do dia 3/Opinião/Pág. 10)

UMA FORMA DIFERENTE DE TRABALHAR A EDUCAÇÃO FÍSICA
A Educação Física está presente no currículo de boa parte das escolas brasileiras. Apesar disto, boa parte de nossos estudantes passa toda a vida escolar sem ter acesso a modalidades esportivas importantes, em especial as que envolvem os esportes individuais. 
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.folhadirigida.com.br/fd/Satellite/educacao/entrevistas/Uma-forma-diferente-de-trabalhar-a-Educacao-Fisica-2000022938436-1400002102372)

AP: PROFESSORES OCUPAM O PRÉDIO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Cerca de 100 professores da rede estadual de ensino d o Amapá ocuparam o gabinete da Secretaria Estadual de Ensino, em Macapá. A manifestação começou às 11h desta sexta-feira. Segundo a representante do comando de greve dos educadores, Cristiane Barbosa, o motivo que levou à ocupação é o descaso com que o secretário Adalberto Ribeiro tem tratado os professores.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI6120517-EI8266,00-AP+professores+ocupam+o+predio+da+Secretaria+de+Educacao.html)

SP: QUÍMICA UNE ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICA E PARTICULAR
Garrafas PET e conduítes fazem parte da cadeira de química de duas escolas de São Paulo, uma pública e outra particular. Engana-se quem acha que os alunos de ensino médio estão aprendendo apenas os componentes químicos desses materiais. Pelo contrário, estão indo além: reciclam e transformam os produtos em moléculas tridimensionais de até 2 metros de altura.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://porvir.org/porfazer/quimica-une-alunos-de-escolas-publica/20120831)

RS: MÉTODO BUSCA ALIAR CONTEÚDOS TRADICIONAIS E VIVÊNCIA NO ENSINO
Os alunos do 7º ano da Escola Waldorf Querência, em Porto Alegre, estão ocupados com a aula de euritmia. Enquanto uma professora toca no piano uma melodia de três tempos, a outra guia cerca de 15 jovens, que jogam bastões de uma mão à outra para em seguida passá-los ao colega da frente, ao ritmo da m&uacu te;sica. "Isso trabalha a motricidade grossa e fina, além de desenvolver uma consciência corporal para se colocar presente no mundo", explica Cecília Rinaldi, professora do colégio. A aula de euritmia é apenas uma das peculiaridades da pedagogia Waldorf, método de ensino que busca educar os jovens por meio da experiência antes da teoria e com atividades ligadas às artes e à natureza.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI6117456-EI8266,00-Metodo+busca+aliar+conteudos+tradicionais+e+vivencia+no+ensino.html)

SENADORA PROPÕE MAIS 6 ANOS DE TRANSIÇÃO ATÉ A VALIDADE DA NOVA ORTOGRAFIA
A senadora Ana Amélia (PP-RS) propõe q ue o Brasil avance mais devagar na implantação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Ela é autora de projeto que estende por mais seis anos, até o fim de 2019, o período de coexistência entre as normas ortográficas atualmente em vigor e as estabelecidas no acordo firmado por nove países que adotam o Português como língua oficial.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_educacaobasica/2012/08/31/ensino_educacaobasica_interna,320243/senadora-propoe-mais-6-anos-de-transicao-ate-a-validade-da-nova-ortografia.shtml)

PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO CULTURAL DO EU, ESTUDANTE
As inscrições para o concurso cultural do Eu, Estudante foram prorrogadas até 21 de setembro, às 23h59. Alunos com mais de 15 anos matriculados no ensino médio ou superior podem participar enviando um vídeo de, no máximo, um minuto sobre o tema “Minha vida de estudante”. O objetivo é contar o dia a dia na escola ou na universidade e explicar qual a rotina de estudos diária e os desafios da vida de estudante. O vídeo deve ser enviado nos formatos wmv, avi ou mp4 para o e-mail euestudante2012@gmail.com.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudant e/ensino_educacaobasica/2012/08/31/ensino_educacaobasica_interna,320267/prorrogadas-as-inscricoes-para-o-concurso-cultural-do-eu-estudante.shtml)

PARECE FACEBOOK, MAS NÃO É: SÃO AS REDES EDUCATIVAS
Serviços ganham força nos Estados Unidos e desembarcam no Brasil. Professores e alunos podem fazer quase tudo ali, desde que seja educativo
Seus usuários trocam mensagens, compartilham fotos e comentam atividades recentes. Até parece o Facebook, mas não é. Nesse território, os usuários têm um único assunto: educação. São as chamadas redes sociais educativas. Elas funcionam como uma rede social virtual, mas são mais seguras – o que agrada professores e escolas – e tornam o aprendizado mais interessante para a geração que já nasceu conectada à internet. Além disso, permitem aos pais dar uma e spiadinha na rotina escolar dos filhos. "Queremos tornar a escola mais colaborativa, divertida e social", diz Shivanu Shukla, fundador da Teamie, uma rede nascida em Singapura que já mira o mercado brasileiro.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/parece-o-facebook-mas-nao-e)

DICAS DE SEGURANÇA EM REDES SOCIAIS
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lança um conjunto composto por fascículo e slides com dicas de segurança em redes sociais. O objetivo é mobilizar escolas, educadores e pessoas interessadas para que divulguem o material entre crianças e adolescentes. De acordo com o CERT.br, esse p&u acute;blico é parte da audiência dos sites de redes sociais e é importante que seja orientado para fazer o melhor uso das ferramentas, sem colocar em risco a privacidade e a segurança.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://agencia.fapesp.br/16125)

sábado, 1 de setembro de 2012

O que está por trás das dívidas...



      Que futuro, com este passado?
Por Adriano Benayon – 26.08.2012
No clássico samba Chão de Estrelas, de Orestes Barbosa, o verso fala em “palhaço de perdidas ilusões”. No tango  Mano a Mano, de Carlos Gardel, este diz à que o deixa por um ricaço: “tenés el mate lleno (a cabeça cheia) de infelices ilusiones” .
2. Mais infelizes são as ilusões em que o sistema de poder concentrador enreda o nosso povo, depois de montar bombas-relógio que têm causado enormes estragos antes mesmo de detonarem.
3. Entre outras, a dívida interna federal, que atingiu, no final de 2011,  R$ 2.536.065.586.017,68 (mais de dois trilhões e meio de reais), e a dívida externa, US$ 402.385.102.828,23 (mais de quatrocentos bilhões de dólares). Esta, em parte privada, acaba virando toda pública em situações como a de 1982.
4. A soma passa de três trilhões e seiscentos bilhões de reais e corresponde a 83% do PIB: o valor da produção interna de bens e serviços nos doze meses do ano.
5. Cerca de 30% dos títulos da dívida interna figuram como “em poder do Banco Central”, mas este os repassa aos bancos nas "Operações de Mercado Aberto". Aplicadores do exterior vendem dólares para comprar desses títulos.
6. O Banco Central fica com parte dos títulos para cobrir, com o rendimento, o prejuízo de R$ 100 bilhões anuais (2011), diferença entre os juros pagos pelos títulos do Tesouro  e os juros auferidos com as reservas brasileiras no exterior.

7. E a tragédia da dívida pública não está só no tamanho dela e no gasto que causa:  R$ 708 de juros e amortizações em 2011.

8. O pior é que mais de 90% provêm de juros, taxas e comissões incorporados ao principal (capitalizados), ao longo do tempo, desde antes de grande parte da dívida externa se ter convertido em interna, nos anos 80, mesmo após o Brasil ter feito enormes desembolsos em dólar.

9. Há mais.  Conforme dados da Auditoria Cidadã da Dívida, as despesas de juros e amortizações (serviço da dívida) totalizaram R$ 2 trilhões durante os mandatos de FHC (1995-2002) e R$ 4,7 trilhões, durante os de Lula (2003-2010).

10. Com as taxas de juros mais altas do mundo e a dinâmica dos juros compostos, a dívida cresce através da emissão de novos títulos em valor maior que os liquidados, porquanto os juros e encargos estipulados ultrapassam o que a União consegue saldar.

11. Nos últimos 17 anos, o serviço da dívida custou R$ 7,4 trilhões. Nos 7 anos anteriores, de 1988 a 1994, ele somou R$ 2,84 trilhões, já aproveitando o dispositivo inserido na Constituição, através de fraude, o qual privilegia o serviço da dívida no Orçamento

12. O montante da dívida não equivalia então nem a 10% do presente, mas o “governo brasileiro”, aceitando o vergonhoso Plano Baker, emitiu títulos e fez pagamentos em volume espantoso, para cobrir dívidas atrasadas e abusivamente infladas.

13. De fato, em 1989 e 1990 o serviço da dívida custou R$ 1,57 trilhão. Essa média anual, R$ 785 bilhões, em cifras atualizadas a preços de 2011, supera o custo atual, embora o principal fosse naquela época dez vezes menor que hoje .

14. O serviço da dívida, correspondendo atualmente a 45% do total das despesas federais, equivale a 17% do PIB. Nem tudo isso é desembolsado, mas o que não o é, vai elevando o montante da dívida.

15. Seria bem melhor criar moeda e crédito em bancos próprios, para investir produtivamente, que endividar-se para rolar dívidas financeiras e, de resto, nunca auditadas. Portanto, o Brasil poderia quase dobrar os investimentos (19% do PIB), chegando ao patamar dos países de maior poupança, como China, Taiwan e Coreia.

16. Imagine-se o progresso, se não se despendessem -  há mais de 35 anos - verbas absurdas com a dívida.  Mormente, se se investisse certo, em vez de subsidiar as transnacionais, como o Brasil faz há 58 anos, desde 24 de agosto de 1954.

17. Os países citados, com potencial menor que o do Brasil, tiveram resultados incomparavelmente melhores, porque fizeram investimentos estatais, com crescente autonomia tecnológica, e ajudaram as empresas nacionais, não as transnacionais. Essa política econômica levou-os a tornarem-se credores, enquanto o Brasil ficou refém da dívida.

18. Chegamos aqui à verdadeira origem da dívida. Esta resulta da acumulação dos déficits nas transações correntes com o exterior, os quais, por sua vez, decorrem das remessas oficiais e disfarçadas dos lucros que as empresas transnacionais auferem no mercado brasileiro, que lhes foi entregue a partir de 1954.

19. Além da ocupação do mercado por carteis transnacionais, contribuíram para a explosão da dívida:

a) o financiamento externo dos investimentos na infra-estrutura e nas indústrias de base, realizados em apoio à indústria “nacional”, cada vez menos nacional;

b) os choques dos preços de petróleo (1973 e 1979), quando o Brasil era importador;

c) a elevação dos juros em dólar pelo FED, em agosto de 1979, de menos de 10% para mais de 20% aa.

20. A desnacionalização da economia - causa primordial da dívida e da desestruturação do País - ganhou corpo a partir de 1954,  quando agentes da oligarquia, Eugênio Gudin e Otávio Gouvêa de Bulhões, assumiram o comando da política econômica.

21. Baixaram a Instrução nº 113 da SUMOC, que permitiu às transnacionais (ETNs) importar máquinas e equipamentos usados, registrando-os como se fosse investimento em moeda.Assim,  as ETNs puderam produzir a custo zero de capital e tecnologia, pois tais bens de capital estavam mais que amortizados com as vendas no exterior.

22. Evidentemente, as transnacionais não declaravam valor zero.  De 1957 a 1960, sob JK -  que manteve os subsídios e ainda lhes deu maiores facilidades – as montadoras e outras transnacionais registraram quase US$ 400 milhões (US$ 3,3 bilhões, atualizando, conforme a variação, brutalmente subestimada, do IPC dos EUA).

23. Não bastasse, as transnacionais favorecidas por aquela Instrução contabilizavam à taxa de câmbio livre o equivalente, em moeda nacional, ao investimento registrado  e convertiam lucros e repatriações de capital à taxa preferencial, quando das remessas ao exterior. Isso significava mais que dobrar o valor transferido.

24. Florescentes indústrias de capital nacional surgiram em grande número, na primeira metade do Século XX, principalmente na Era Vargas.  Depois de 1954, em vez de serem protegidas, foram prejudicadas pela política econômica.

25. Em 1964, Roberto Campos tornou-se czar da economia. Bulhões, ministro da Fazenda. Que fizeram? Pretextando combater a inflação,  em alta com a desestabilização anterior ao golpe patrocinado pelos serviços secretos estrangeiros, reduziram os investimentos, elevaram os juros e restringiram o crédito: o suficiente para eliminar do mercado grande número de empresas nacionais.

26. Costa e Silva e Médici reeditaram o falso milagre de JK, e   Geisel tentou o mesmo.  A ressaca foi ainda mais dolorida. Em 1960, o endividamento externo quase levou à  inadimplência. No final dos anos 70, ela já era inevitável e aconteceu em 1982, juntamente com a moratória do México e a da Argentina.

27. Delfim Neto, em 1969-1970, instituíra vultosos subsídios às exportações industriais, mais um maná para as transnacionais.  Em 1982, de volta ao governo,  sob Figueiredo,  mostrou-se arredio a qualquer atitude que lembrasse soberania, e desprezou a tentativa argentina de formar o cartel dos devedores.

28. Daí por diante, não cessaram as capitulações, em notável continuidade entre o governo militar e os governos instalados após a Constituição de 1988.

29. Advêm nesse ponto os colossais dispêndios com o serviço da dívida de 1989/1990, ditados pela mágica dos banqueiros mundiais: não deixar acabar a dívida externa – apesar dos vultosos pagamentos – e ainda extrair dela a dívida interna, que cresceu exponencialmente a partir dos anos 80.

30. Entretanto, a coisa não parou aí.  Num processo de retro-alimentação perene: a estrutura de mercado, em poder de empresas estrangeiras, causando  déficits externos e endividamento, e este gerando ocupação ainda maior do mercado por essas empresas.

31. Isso culminou, a partir de 1990, com:

1) as  “privatizações”: entrega de estatais, de valor incalculável, em troca de títulos sem valor (moedas podres), com  desnacionalização imediata ou a médio prazo, em razão da dinâmica do modelo concentrador;

2) a desestruturação do próprio Estado, tornando-o desprovido de instituições capazes de guiar o desenvolvimento econômico e social, e fazendo-o substituir servidores comprometidos com o País por agentes externos.

32. Com a estagnação, acentuada após a crise de 1982,  a taxa de investimento ficou baixa, e os investimentos continuaram mal direcionados. 

33.  Mesmo sem crescimento econômico, os fatores do endividamento continuaram operando, até, em 1999, final do primeiro mandato de FHC, eclodir outra crise externa, ocultada até o desenlace, após a reeleição viabilizada pela corrupção para a emenda à Constituição.

34. Nos mandatos de Lula e no de Dilma, elevaram-se as taxas de crescimento do PIB, com a expansão do crédito, especialmente público, e navegando sobre preços mais altos nas exportações primárias.

35. Então se formaram bolhas e, a cada sinal de exaustão, o governo reage com pacotes que intensificam a deterioração estrutural da economia, em curso desde 1954 e agravada desde 1990. De fato, em 1970 oligopólios de transnacionais já controlavam o grosso da indústria, e depois foi quase todo o restante.

36. Os expedientes para o “crescimento” subordinam-se aos dogmas do Consenso de Washington, tais como parcerias público-privadas, nas quais o dinheiro público financia os empreendimentos e assume o risco, cabendo a gestão e lucro garantido a concentradores privados. Na mesma linha, os créditos subsidiados do BNDES às transnacionais -  e novas isenções fiscais e doações em favor destas -  refletem o estado patológico das relações de poder.

37. FHC fez desnacionalizar como ninguém, mas, segundo a Consultoria KPMG, de 2004 a junho de 2012, mais 1.167 empresas brasileiras passaram para controle estrangeiro.

38. Mais do que as fusões e aquisições, os  investimentos estrangeiros diretos (IEDs) – onde se computa também o reinvestimento de lucros -  são o principal mecanismo da desnacionalização

39. O estoque de IEDs acumulado de 1947 a 2005 montou a US$ 180 bilhões, e só os de 2006 a 2011 superam esse montante, com US$ 192,7 bilhões.

40. No mesmo período, os déficits de “serviços” e “rendas” aumentaram 114%. Somaram US$ 345,4 bilhões nesses seis anos, quantia equivalente a  93% do estoque de IEDs até 2011. 

41. Os IEDs e outras modalidades de capital estrangeiro têm equilibrado o Balanço de Pagamentos, como o uso acrescido de drogas alivia o toxicômano, i.e., agravando a doença estrutural da economia.

42. Assim, se não forem revertidas as regras que o Brasil vem obedecendo cegamente,  as transferências das transnacionais  levarão a uma crise externa incontornável, a qual, se tratada como as anteriores, fará elevar os juros e tornará a dívida pública ainda menos suportável.

43. Está presente também, em função da provável desvalorização do real, a perspectiva de avultar ainda mais a já desbragada venda  – por nada -  de empresas, títulos públicos e terras brasileiras. 

44. De fato, por imposição imperial, acatada por países submissos, o dólar continua valendo como moeda internacional, não obstante ser moeda falsa, aviltada por emissões às dezenas de trilhões, passados aos bancos da oligarquia. O Brasil entrega tudo para ficar com depósitos em dólares, fadados não só a perder valor, mas também a sumir de repente quando se desencadear a fuga de capitais.

* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento, editora Escrituras SP.
Dica: Edson Marcelo Hungaro

FESTIVAL SATÉLITE 061 – 24h NO AR


 PROGRAMAÇÃO GERAL
BRASÍLIA
- Museu da República –

Complexo Cultural da República
- Palco Renato Russo – Palco Cássia Eller – Arena Parabólica de Arte Urbana - Feira Economia Criativa –
música, performance, vídeo, fotografia, moda, arte urbana
Palco Renato Russo
Sábado, 1 de setembro
18h00 Siba [MÚSICA] (PE)
O cantor, compositor e ex-líder da Fuloresta do Samba e do Mestre Ambrósio vem ao Festival
lançar seu novo trabalho “Avante”. Com ele, o recifense deixa de lado  a rabeca   e adere à
guitarra, depois de vinte anos imerso em ritmos mais tradicionais como o maracatu, a ciranda,
entre outros.
19h00 A Arte de Ler (Adeilton Lima) [POESIA] (DF)
A Arte de Ler é um recital que reúne textos de grandes poetas da literatura brasileira e
universal como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, João Cabral de M. Neto,
Mário Quintana e Vinicius  de Moraes, entre outros. Também abre espaço para autores da
literatura brasiliense, abordando, entre outras, a obra de Cassiano Nunes. Duração: 5 minutos.
19h15 Gog [MÚSICA] (DF)
Com trinta anos de carreira, nove discos gravados e um DVD, Gog é um dos artistas de maior
consagração na cultura hip hop brasileira e até já ganhou o título de “O Poeta do Rap
Nacional”.  Atualmente está lançando seu novo trabalho “ISO 9000 do Gueto”, seu décimo
disco, em fase de produção.
20h30 Dillo Daraújo [MÚSICA] (DF)
O brasiliense,  compositor e multi-instrumentista, Dillo Daraujo vem consolidando seu nome
entre os mais atuantes e criativos artistas auto-produzidos. Sua guitarra  já é um patrimônio
sonoro de Brasília. No Festival, o guitarrista que também faz parte do Sistema Criolina, estará
lançando seu novo álbum "Jacaretaguá".
21h45 Edgard Scandurra [MÚSICA] (SP)
Scandurra sobe ao palco do Satélite 061  – 24h no ar com seu mais recente show: uma
combinação irresistível de músicas que percorrem toda a sua carreira desde o Ira!, passando
por faixas do “Benzina”, seu trabalho de eletrorock, além de algumas composições inéditas.
22h45 A Arte de Ler (Adeilton Lima) [POESIA] (DF)
A Arte de Ler é um recital que reúne textos de grandes poetas da literatura brasileira e
universal como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, João Cabral de M. Neto,
Mário Quintana e Vinicius  de Moraes, entre outros. Também abre espaço para autores da
literatura brasiliense, abordando, entre outras, a obra de Cassiano Nunes. Duração: 5 minutos.
23h00 China [MÚSICA] (PE/SP)
Forte nome da geração da música independente nacional, o vocalista do Del Rey e compositor
China apresenta seu terceiro álbum solo  “Moto Contínuo”, um disco  onde evidencia seu
amadurecimento como compositor,  atravessando o pop, numa herança característica dos
tempos hardcore do Sheik Tosado

------Programação completa em http://www.dfagora.com.br/images/files/Satelite%20061%20programacao.pdf




1º de setembro: nada a comemorar!

Professores(as) de Educação Física, uni-vos pela Regulamentação do Trabalho e pela Formação Unificada/Ampliada!

Mais informações: 
http://mncref.sites.uol.com.br/